A importância da orientação à mulher na conscientização sobre sua saúde

saúde mulher

O dia 28 de maio é importante para as mulheres. A data marca duas lutas importantes para a saúde feminina que são: o Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher e o Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna. Ambas têm como objetivo chamar a atenção e conscientizar a sociedade dos diversos problemas de saúde na vida das mulheres.

Saúde feminina

A profissional Luane Bastos, psicoterapeuta corporal e atuante na área da saúde da mulher deu algumas dicas para melhorar as ações que são realizadas pelos profissionais na orientação das mulheres sobre a conscientização para a sua saúde. Segundo ela, “o processo de conscientização envolve a complexidade do ser humano que é entendido como um emaranhado de redes vivas e abarca o que a Organização Mundial de Saúde (OMS) caracteriza sobre o que é saúde, ou seja, estado de bem-estar no âmbito físico, mental e social”.

Luane destacou ainda que o psicólogo pode criar ações de estímulo às mulheres no que se refere ao investimento em autoconhecimento, relações saudáveis, espaços de prazer e cuidados com a saúde física. “Além do empoderamento feminino que tem em vista o nível singular e coletivo”, completa a psicoterapeuta.

A importância em melhorar a assistência para as mulheres em suas fases da vida é fundamental, especialmente por valorizar e entender que cada mulher tem sua singularidade e a sua própria autonomia, enfatizando desde a humanização do atendimento até a garantia de ter mais recursos materiais e humanos em sua assistência. A prevenção também é algo a ser investido com ações na área do direito sexual e reprodutivo e da qualidade de vida.

Redução da mortalidade materna no Brasil e no mundo

Em relação à redução da mortalidade materna, dados da OMS mostram que a hipertensão e a hemorragia estão entre as principais causas da mortalidade materna no Brasil e no mundo, e ocorrem principalmente pela má qualidade da assistência no pré-natal e no parto. “A mulher deve ter acesso às informações do parto, uma comunicação clara com a equipe de saúde, conhecer o espaço para ter o bebê e saber das possíveis intervenções independentemente de onde seja realizado o parto (no domicílio, hospital ou casa de parto)” conclui Luane.


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